A Maybach passou de marca a divisão de luxo da Mercerdes-Benz e agora vive de transformar o Mercedes Classe S em um carro exclusivo e ainda mais luxuoso. Este é o caso do Mercedes-Maybach S650 Cabrio, apresentado no Salão de Los Angeles com a intenção de figurar entre os conversíveis mais luxuosos do mundo. Exclusivo ele já é: apenas 300 unidades serão produzidas.
Trata-se do primeiro conversível da família Mercedes-Maybach e também do primeiro carro da divisão com produção limitada. Em comparação ao S Cabrio convencional, o Maybach tem para-choques e grade exclusivos, interior com novos elementos e detalhes específicos cromados e rodas forjadas de 20 polegadas com acabamento bicromado. Ao abrir as portas, surge um logótipo Maybach projetado no chão.
Abrindo-se a porta também se vê o emblema da Maybach nos elementos de madeira, nos bancos, encostos de cabeça e no console central. O número da unidade vai no suporte para copos e o volante é personalizado.
Todos os equipamentos opcionais no S Cabrio estão nesta versão, como os AirCap e AirScarf e ainda os faróis com cristais da Swarovski. Mas o motor é o mesmo V12 6.0 do S65 AMG com 630cv e 105 kgfm, associado a uma transmissão automática 7G-Tronic. Acelera dos 0 aos 100 km/h em 4,1 segundos e está limitado a 250 km/h de velocidade máxima O comprador também recebe um conjunto de malas específico, capa do veículo em tecido e certificado de compra.
Sucessor do McLaren F1 é confirmado, apenas 106 unidades serão feitas
A McLaren confirmou a produção de um substituto para o lendário F1. O novo superesportivo terá a mesma configuração de bancos de seu antecessor: três assentos e motorista em posição central. A produção será limitada em 106 unidades, todas já reservadas.
O motor deve ser o mesmo que equipa o P1, um V8 3.8 com dois turbos e mais de 700 cv. O F1 foi o carro mais rápido até a chegada do Veyron. Sua velocidade máxima chegou aos 391 km/h. Se quiser o título de volta, o McLaren precisará passar dos 437 km/h do Koenigsegg Agera R.
Além de extremamente rápido em pistas, ele será usável no dia a dia. Ainda sem potência divulgada ou preço oficial, o carro teve suas 106 unidades reservadas. As entregas serão feitas a partir de 2019.
O
protótipo esportivo é uma das atrações da marca para o Salão do
Automóvel de São Paulo. Quem nos recebeu na fábrica de São Bernardo do
Campo (SP) foi José Carlos Pavone, chefe de design da Volkswagen para a
América do Sul. Ele explica como o novo GT é uma homenagem aos clássicos
GT, GTS e GTI dos anos 1980 e, ao mesmo tempo, um olhar futurista para o
que seria um Volkswagen Gol GT moderno.
Na dianteira há um novo para-choque, com formas totalmente novas e
leds. As grades são em preto brilhante com nova padronagem de colmeia.
Um filete vermelho integra grade e os faróis, que tem o mesmo formato,
mas com dupla parábola nova. As cores usadas têm nomes especiais: a
carroceria é Cinza Volcano e os detalhes vermelhos são em Lava Red, um
vermelho alaranjado usado na F1 pelas McLaren no final dos anos 1980 e
começo dos 1990.
Na lateral já começam a aparecer alguns detalhes que remetem o Gol GT
original, lançado pela Volkswagen em 1984. O adesivo GT perto do
para-lamas traseiro e as rodas diamantadas com interior em preto são os
destaques. Por falar em rodas, elas têm 18 polegadas e são as mesmas
utilizadas pelo Golf GTE, versão híbrida do hatch que a marca vende na
Europa.
Atrás a pegada nostálgica continua com o grande adesivo GT no vidro e
a faixa preta que liga as duas lanternas. A ponteira dupla de escape e o
difusor de ar completam a cara de esportivo. A marca não divulgou
nenhum detalhe de motor para o GT Concept. Por isso a FULLPOWER
pergunta: qual motor e câmbio você gostaria de ver no esportivo? 1.4
TSi? Manual? DSG? 2.0 Turbo?
O interior não foi esquecido, os designers da VW fizeram questão de
dar a pegada esportiva na cabine também. O volante é novo, com a sigla
GT. As saídas de ar são maiores e com acabamento cromado. Os painéis de
porta tem novo desenho nos alto-falantes, puxadores de porta e travas. A
manopla de câmbio tem cara de carro esportivo, assim como os bancos.
Eles são os mesmos utilizados pelo Scirocco R na Europa. E aí,
Volkswagen? Quando veremos o novo Gol GT nas ruas?
Sexta geração estreia no Brasil mais leve, compacta e cara do que antes, mas traz um 6.2 V8 de 461 cv e 62,9 kgfm do Corvette
Enfim, uma boa notícia aos amantes dos muscles cars. Finalmente a espera acabou. A Chevrolet apresentou dia 26de outubro a nova geração do Camaro, que chega ao país primeiro na versão comemorativa Fifty (em alusão aos cinquenta anos do cupê), por R$ 297 mil.
As vendas do cinquentão já começaram e, até dia 25, 43 unidades já
foram compradas. A versão cupê chega só em 2017 e os preços ainda não
foram divulgados.
Os primeiros 100 carros ofertados serão da
limitada edição com acabamento exclusivo. O carro tem presença garantida
no Salão do Automóvel de São Paulo. Os compradores receberão uma
identificação com a numeração de cada veículo. E a versão SS conversível deve chegar no fim do primeiro trimestre do ano que vem.
O esportivo chega à sexta geração todo redesenhado, mais leve, mais compacto e com um propulsor 6.2 V8 de 461 cv a 6.000 rpm e 62,9 kgfm a 4.400 rpm,
com injeção direta. O oito cilindros vai acoplado ao câmbio automático
de oito marchas, no lugar do antigo de seis velocidades. Mudou também a
suspensão, agora com sistema Active Select que altera algumas
configurações de acelerador, suspensão, direção e respostas. O que não
mudou foi a tração traseira.
A
nova transmissão oferece aletas atrás do volante para as trocas de
marchas e o ganho de potência em relação ao modelo anterior é de 55 cv e
7 kgfm. Segundo a GM, a velocidade máxima fica próxima dos 300 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 4,2 segundos.
No interior, há acabamento em dois tons, painel customizável, função head-up display, sistema Mylink com Android Auto e Apple Car Play,
alto-falantes Bose, carregador wireless para smartphone, volante com
aquecimento, bancos dianteiros elétricos com ventilação, ar-condicionado
duas zonas, partida remota da ignição e soleiras iluminadas. Além de
contar ainda com um "intensificador de som do motor", um efeito
eletrônico que torna o ronco do carro mais audível à medida em que o
giro sobe. A série Fifty vem de fábrica com seletor de modo de condução (Drive Mode Selector),
sistema de vetorização do torque, freios Brembo com assistência de
frenagem de urgência, alertas anti-distração, oito airbags, pneus mais
largos, teto solar, faróis de xenônio e lanternas de led. Outros itens
exclusivos são a pintura grafite, as fiaxas e emblemas comemorativos
espalhados pelo carro e as rodas de 20 polegadas com design
diferenciado.
Nova plataforma
O novo Camaro foi construído sob a nova plataforma Alpha da GM, a mesma que dá vida aos Cadillacs ATS e CTS.
Com isso, o modelo ficou menor, mais baixo e também mais estreito.
Segundo a GM, estruturalmente o carro está 28% mais rígido e 83 quilos
mais leve. Isso se deve à aplicação de materiais nobres como aço de
ultraaltaresistência e alumínio. Um exemplo é a suspensão, agora 12
quilos mais leve.
Na parte frontal, o destaque vai para um
elemento retangular que, ao fundo, emoldura os faróis e a grade, fazendo
alusão ao modelo da primeira geração. Os faróis agora são de xenônio - indisponíveis no antigo -, com luz diurna de led. As entradas de ar frontais do capô e do para-choque servem para refrigerar os freios e o motorzão V8.
Na
lateral, é impossível não notar a baixa distância em relação ao solo,
as saias da carroceria e os repetidores de seta, agora com superfície
transparente e fixados na posição vertical. na porção traseira, as
características lanternas horizontais também são de led. O para-choque
redesenhado ajudou a elevar em 50% o “downforce” traseiro. A linha 2017
do Camaro estreia com cinco opções de cores: Preto Ouro Negro, Branco Summit, Amarelo Lemon Peel, Vermelho Tinto e Azul Ocean.
A Volvo diz que o XC90 é seu carro mais seguro de todos os tempos,
mas também pode ser considerado o mais tecnológico. Na linha 2017, o SUV
ganha a segunda geração do sistema Pilot Assist, o piloto automático
adaptativo da marca que agora passa a atuar velocidades de até 130 km/h.
A condução é auxiliada por sensores e câmeras que monitoram as faixas
das vias e um sistema que comanda a aceleração, a frenagem e a
movimentação do volante, fazendo dele um veículo semi-autônomo.
Até então, o sistema era limitado a 50 km/h, o que restringia seu uso
a vias urbanas. O Pilot Assist pode ser ativado a qualquer momento pelo
motorista e seu pleno funcionamento depende de faixas bem demarcadas na
superfície da pista. Quando possível, o assistente de direção auxilia
na correção do deslocamento do veículo, por exemplo, ao contornar curvas
abertas em rodovias. Contudo, o motorista deve estar sempre no controle
do automóvel, com as mãos no volante.
O Volvo XC90 2017 é vendido nas versões Momentum e Inscription. A
primeira custa R$ 346.900 e tem central multimídia de 9 polegadas
sensível ao toque, que permite ao motorista e passageiro controlarem o
sistema de som premium, o Sensus Navigation Pro e o ar-condicionado
digital com quatro zonas individuais de refrigeração. Além disso,
há bancos dianteiros elétricos, assistente de estacionamento, painel de
instrumentos digital de 12,3 polegadas e faróis principais e de neblina
com iluminação 100% em LED.
Já a configuração topo de linha Inscription, R$ 403.900, acrescenta
bancos dianteiros com ventilação, projeção de informações no parabrisa,
sistema de áudio Bowers & Wilkins de 1.400watts e 19 alto-falantes,
câmeras com visão aérea de 360°, câmera dianteira com visão de 180° e
suspensão pneumática.
As duas versões são equipadas com o mesmo conjunto mecânico, este
formado por um motor 2.0 turbo com compressor que entrega 320cv de
potência e 40,8kgfm de torque, além do câmbio automático de oito
velocidades. Com isso, o XC90 vai de 0 a 100km/h em 6,5 segundos, mesmo
pesando mais de duas toneladas.
A Geely, empresa chinesa dona da Volvo, apresentou uma nova marca de
carros nesta semana, em evento na Alemanha. Batizada de Lynk & Co, a
nova marca é focada na conectividade, buscando consumidores jovens, e
possui sistema de compartilhamento integrado no carro. O primeiro modelo
é o Lynk & Co 01.
A plataforma utilizada foi desenvolvida em parceria entre Volvo e
Geely. Está pronta para carros elétricos e híbridos, caso do 01. O
crossover pode ser equipado com motor de três cilindros 1.5 ou quatro
cilindros 2.0. A transmissão é automática de sete marchas e dupla
embreagem.
O desenho ficou a cargo de uma equipe liderada por Peter Horbury, que
já passou por Aston Martin, Ford, Jaguar e Volvo. Há bastante
originalidade, com faróis elevados e lanternas em formato de L. O
interior tem desenho limpo. As funções do sistema multimídia e de
navegação podem ser controladas pelo volante, ou diretamente na tela
sensível ao toque. O sistema permite que aplicativos sejam criados para o
carro. Também há comunicação entre os carros da marca, para
compartilhamento de informações.
Há conexão permanente com a internet e o compartilhamento do carro
pode ser feito por meio de um botão. Quando pressionado, o carro fica
disponível para locação por meio de um aplicativo, sistema semelhante ao
oferecido hoje por diversos sites e aplicativos, inclusive aqui no
Brasil. O aluguel pode ser feito por horas ou até dias, de acordo com a
disponibilidade oferecida pelo proprietário. Quem alugar, ganhará uma
chave eletrônica para acessar o carro.
As vendas começam em 2017, primeiro na China. Em 2018, Estados Unidos
e alguns países da Europa recebem o carro. Não haverá concessionários.
As vendas serão feitas apenas pela internet ou em lojas próprias da Lynk
& Co. Para os anos seguintes, novos modelos serão apresentados. A
nomenclatura seguirá com os 02 e 03, já confirmados.
Segunda geração do modelo deve chegar ao mercado brasileiro em dezembro deste ano
Audi R8 V10 Plus (Foto: Audi )
A Audi anunciou a grande estrela de seu estande no Salão do Automóvel em São Paulo: a segunda geração do espotivo R8 Coupé V10 plus. O evento, que acontece entre os dias 10 e 20 de novembro, marcará a primeira aparição do modelo no Brasil, que começará a chegar às lojas em dezembro de 2016, mas o preço ainda não foi definido. Equipado com o motor central-traseiro 5.2 V10, o esportivo de tração integral despeja 610 cv de potência e é capaz de acelerar de zero a 100 km/h em 3,2 segundos e uma velocidade máxima de 330 km/h.O modelo promete encantar os amantes do automobilismo, segundo Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil em nota. “Com o novo R8, nossos engenheiros trouxeram a experiência acumulada nas pistas de corrida para as ruas. Nenhum outro dos nossos modelos evoca uma emoção dinâmica maior. O R8 V10 plus é, portanto, o mais potente e rápido modelo de produção em toda a história da Audi”, afirmou.