terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Hyundai Creta

Surpreende pelo conforto e desempenho com motor 1.6


Novo SUV compacto da Hyundai mostra atributos para brigar pela liderança. Veja nossas primeiras impressões do carro que chega a partir der R$ 72.990.

Hyundai Creta

Quando digo que o Hyundai Creta é um dos lançamentos mais importantes do ano, não é nenhum exagero. O SUV é aguardado no Brasil desde 2012, quando o HB20 chegou ao País e já havia uma conversa de bastidores sobre uma versão SUV do hatchback. Quatro anos depois e um pouco mais afastado do compacto, o crossover finalmente está no País e com atributos o suficiente para gerar muita preocupação para a Honda e seu HR-V.

Com preços partindo de R$ 72.990, o Creta aposta em uma estratégia oposta ao HB20 , que chegou mais caro do que os concorrentes e oferecendo mais equipamentos. Esse valor é exatamente o mesmo da versão mais em conta do Jeep Renegade e R$ 7.090 mais em conta que os R$ 79.900 do Honda HR-V na a configuração LX. As possibilidades vão subindo com o preço até os R$ 99.490 da versão topo de linha Prestige com motor 2.0 – perigosamente próxima do Jeep Compass de entrada, por R$ 99.990.

Traz alguns itens interessantes, como o sistema start-stop desde a versão entrada, para manter o rendimento em um valor aceitável. Há alguns problemas nas configurações, como o controle de estabilidade e tração só aparecer na configuração vendida por R$ 78.290, ou o fato da central multimídia só estar disponível na versão topo de linha – não é nem opcional para as outras. Faltou também um teto solar.

Quem quiser o Creta na versão mais completa, com motor 1.6, terá direção elétrica, ar-condicionado, volante multifuncional com ajuste de altura e profundidade, bancos de couro com ajuste de altura para o motorista, sensor de estacionamento, controle eletrônico de estabilidade e tração, faróis de neblina, piloto automático, vidros e travas elétricas, espelhos laterais com ajuste elétrico e seta integrada, assistente de partida em rampa, computador de bordo, monitoramento de pressão dos pneus e rádio com conexão Bluetooth e entrada USB. Custa R$ 85.240.

Alguns itens ficam restritos para o modelo com motor 2.0, como as luzes de iluminação diurna em LED e saída de ar traseira, por R$ 92.490. Central multimídia com GPS, seis airbags, ar-condicionado digital, câmera de ré e acendimento automático dos faróis, só na versão topo de linha Prestige 2.0, por R$ 99.490. Em tempos que o Jeep Renegade oferece uma configuração completa para as duas motorizações, a Hyundai não seguir o mesmo caminho é ruim.

Mais ágil do que parece


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Hyundai Creta. Foto: Divulgação/Hyundai Motor Brasil

No teste drive feito pela Hyundai em Florianópolis (SC), pude andar nas duas versões mais completas com os motores 1.6 e 2.0 – infelizmente, nenhum contato com o modelo com câmbio manual, disponível apenas nas duas configurações mais simples, com motor 1.6. O trajeto foi bem curto, de cerca de 50 km, dividido em três trechos para que cada jornalista do carro tivesse a chance de guiar um pouco. Não tiveram medo de incluir algumas subidas e vias mais acidentadas no trajeto.

Começo pela versão Prestige 2.0. Enquanto espero a liberação, observo o interior. O acabamento está muito mais para o Honda HR-V do que o para o Jeep Renegade , com muito plástico pelo painel. Nessa configuração, o interior combina as cores marrom e preto, algo que vai muito por gosto. Mesmo quem gosta da combinação achou estranho a enorme área na parte direita do painel, que ainda causa um problema: O porta-luvas fica baixo demais, batendo nos joelhos do passageiro caso esteja com o banco para frente.

Logo nos primeiros momentos do teste drive consigo sentir que o motor 2.0 do Elantra casa muito bem com o Creta. Gera 166 cv e 20,5 kgfm de torque a 4.700 rpm, quando abastecido com etanol. São bons números e muito bem controlados pelo câmbio automático de seis marchas. A transmissão não bobeava com as trocas e hesitou subir uma velocidade apenas em uma situação muito específica, em que comecei a acelerar mas tive que aliviar um segundo depois.

 

Guiando com calma no dia-a-dia, o Creta surpreende muito pelo conforto. O isolamento acústico é bom, sem que o som do motor invada a cabine em acelerações mais brandas. Com o pé embaixo, o ronco fica um pouco alto, mas nada comparado com os concorrentes com transmissão CVT. A suspensão bem acertada não transmite as irregularidades para os passageiros e não deixa a carroceria balançar demais em curvas de alta velocidade. Me atrevo a dizer que deu a sensação de ser ainda mais estável do que o HB20 , algo impressionante considerando o tamanho, peso e porte do SUV.

Antes de trocar para o modelo 1.6, parei um tempo para olhar bem para o design do utilitário. Mais quadrado do que o formato arredondado do HR-V, o Creta lembra muito o Tucson , principalmente pela grade maior e os faróis espichados. Não faz uma revolução como foi o HB20, mas também não deixa de ser agradável. Passa a impressão de ser bem maior do que realmente é, com 4,27 metros de comprimento e 2,59 m de entre-eixos. O espaço interno é um dos melhores atributos, com folga o suficiente para quem viaja nos bancos traseiros. Ponto positivo para o porta-malas, com capacidade para 431 litros, apenas 6 litros a menos do que o HR-V mas bem acima dos 260 litros do Renegade .

Confesso que fiquei preocupado em guiar o Creta 1.6 depois de andar no 2.0, temendo uma queda brusca na dinâmica. Mas o carro se mostrou muito bem ajustado, já que com duplo comando variável de válvulas para admissão e escape, faz com que o SUV tenha um torque muito linear. Com 130 cv a 6.300 rotações e 16,5 kgfm de torque a 4.850 rpm, fica um pouco abaixo dos 139 cv e 19,3 kgfm do Renegade , mas com a vantagem de pesar menos: São 1.296 kg na versão manual e 1.359 kg na automática, contra os 1.393 kg do Jeep.

O Creta 1,.6 não ficou devendo em nenhum momento, acelerando com valentia nas subidas e nas retomadas, mesmo com o carro relativamente cheio (com três jornalistas e um representante da Hyundai) . Para quem vai andar na cidade com muita calma, o 1.6 é mais do que suficiente e torna o 2.0 um pouco desnecessário – exceto por ter equipamentos exclusivos. Faltou apenas testar a versão com câmbio manual, indisponível no teste drive e que teremos que avaliar futuramente.

 

Por melhor que esteja no geral, há alguns problemas. O GPS integrado da central multimídia não funcionou bem, fazendo mais sentido usar a integração com celulares para espelhar um navegador melhor. Os freios traseiros são a tambor, o que atrapalha um pouco nas frenagens e piora pelo fato de alguns concorrentes usarem discos nas quatro rodas. Poderia melhorar os freios pelo menos nas versões mais caras.

Outro defeito é o consumo. Mesmo com start-stop, o Creta 1.6 manual faz 7,6 km/l na cidade e 8,2 km/l na estrada, com etanol. Com gasolina, sobe para 10,4 km/l e 11,7 km/l, respectivamente. É muito próximo dos 11,2 km/l do Renegade , que é bem mais pesado e tem apenas cinco marchas, e fica bem atrás dos 12,5 km/l do HR-V . O automático faz 10,1 km/l na cidade e 11,3 km/l na estrada. Por outro lado, o 2.0 faz mais bonito, alcançando os 10 km/l no ciclo urbano e 11,4 km/l no rodoviário.

No geral, o Hyundai Creta tem um ótimo pacote. O preço está compatível com os rivais e tem um desempenho exemplar tanto com o motor 1.6 quanto com o 2.0. O design, aliado ao gosto que o brasileiro pegou pela marca coreana vai ajudar o SUV a ganhar as ruas com velocidade, esquentando a briga pelos utilitários compactos. Resta saber se a fábrica em Piracicaba (SP) terá capacidade para atender a demanda e se a Hyundai vai ouvir as críticas e resolver os defeitos que podem afastar o consumidor do Creta .

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Peugeot 301 passa por reestilização

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Teria sido uma opção a Chevrolet Cobalt, Nissan Versa e Honda City, mas o Peugeot 301 nunca chegou perto do Brasil. Vendido na Europa e em países vizinhos, o sedã compacto da Peugeot passou por sua primeira reestilização para aproximar seu design dos demais carros da marca.


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Fabricado em Vigo, na Espanha, o modelo tem faróis recortados que lembram a nova geração do 308, nova grade, capô redesenhado e novo para-choque com LEDs diurnos. Na traseira, as lanternas tem iluminação interna que remete à nova geração do crossover 3008.

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O interior do Peugeot 301 ainda é simples visualmente, mas ganhou uma nova central multimídia e a alavanca de câmbio da versão automática foi substituída. Na Europa, utiliza três motores: dois a gasolina, 1.2 de 71 cv e 1.6 de 115 cv, e um a diesel, 1.6 HDI de 92 cv.

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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Mercedes-Maybach S650 é um dos conversíveis mais exclusivos do mundo

Mercedes-Maybach S650




A Maybach passou de marca a divisão de luxo da Mercerdes-Benz e agora vive de transformar o Mercedes Classe S em um carro exclusivo e ainda mais luxuoso. Este é o caso do Mercedes-Maybach S650 Cabrio, apresentado no Salão de Los Angeles com a intenção de figurar entre os conversíveis mais luxuosos do mundo. Exclusivo ele já é: apenas 300 unidades serão produzidas.



Trata-se do primeiro conversível da família Mercedes-Maybach e também do primeiro carro da divisão com produção limitada. Em comparação ao S Cabrio convencional, o Maybach tem para-choques e grade exclusivos, interior com novos elementos e detalhes específicos cromados e rodas forjadas de 20 polegadas com acabamento bicromado. Ao abrir as portas, surge um logótipo Maybach projetado no chão.



Abrindo-se a porta também se vê o emblema da Maybach nos elementos de madeira, nos bancos, encostos de cabeça e no console central. O número da unidade vai no suporte para copos e o volante é personalizado.



Todos os equipamentos opcionais no S Cabrio estão nesta versão, como os AirCap e AirScarf e ainda os faróis com cristais da Swarovski. Mas o motor é o mesmo V12 6.0 do S65 AMG com 630cv e 105 kgfm, associado a uma transmissão automática 7G-Tronic. Acelera dos 0 aos 100 km/h em 4,1 segundos e está limitado a 250 km/h de velocidade máxima
O comprador também recebe um conjunto de malas específico, capa do veículo em tecido e certificado de compra.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Sucessor do McLaren F1

Sucessor do McLaren F1 é confirmado, apenas 106 unidades serão feitas





A McLaren confirmou a produção de um substituto para o lendário F1. O novo superesportivo terá a mesma configuração de bancos de seu antecessor: três assentos e motorista em posição central. A produção será limitada em 106 unidades, todas já reservadas.



O motor deve ser o mesmo que equipa o P1, um V8 3.8 com dois turbos e mais de 700 cv. O F1 foi o carro mais rápido até a chegada do Veyron. Sua velocidade máxima chegou aos 391 km/h. Se quiser o título de volta, o McLaren precisará passar dos 437 km/h do Koenigsegg Agera R.



Além de extremamente rápido em pistas, ele será usável no dia a dia. Ainda sem potência divulgada ou preço oficial, o carro teve suas 106 unidades reservadas. As entregas serão feitas a partir de 2019.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Volkswagen Gol GT Concept

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O protótipo esportivo é uma das atrações da marca para o Salão do Automóvel de São Paulo. Quem nos recebeu na fábrica de São Bernardo do Campo (SP) foi José Carlos Pavone, chefe de design da Volkswagen para a América do Sul. Ele explica como o novo GT é uma homenagem aos clássicos GT, GTS e GTI dos anos 1980 e, ao mesmo tempo, um olhar futurista para o que seria um Volkswagen Gol GT moderno.
Na dianteira há um novo para-choque, com formas totalmente novas e leds. As grades são em preto brilhante com nova padronagem de colmeia. Um filete vermelho integra grade e os faróis, que tem o mesmo formato, mas com dupla parábola nova. As cores usadas têm nomes especiais: a carroceria é Cinza Volcano e os detalhes vermelhos são em Lava Red, um vermelho alaranjado usado na F1 pelas McLaren no final dos anos 1980 e começo dos 1990.
Na lateral já começam a aparecer alguns detalhes que remetem o Gol GT original, lançado pela Volkswagen em 1984. O adesivo GT perto do para-lamas traseiro e as rodas diamantadas com interior em preto são os destaques. Por falar em rodas, elas têm 18 polegadas e são as mesmas utilizadas pelo Golf GTE, versão híbrida do hatch que a marca vende na Europa.
Atrás a pegada nostálgica continua com o grande adesivo GT no vidro e a faixa preta que liga as duas lanternas. A ponteira dupla de escape e o difusor de ar completam a cara de esportivo. A marca não divulgou nenhum detalhe de motor para o GT Concept. Por isso a FULLPOWER pergunta: qual motor e câmbio você gostaria de ver no esportivo? 1.4 TSi? Manual? DSG? 2.0 Turbo?
O interior não foi esquecido, os designers da VW fizeram questão de dar a pegada esportiva na cabine também. O volante é novo, com a sigla GT. As saídas de ar são maiores e com acabamento cromado. Os painéis de porta tem novo desenho nos alto-falantes, puxadores de porta e travas. A manopla de câmbio tem cara de carro esportivo, assim como os bancos. Eles são os mesmos utilizados pelo Scirocco R na Europa. E aí, Volkswagen? Quando veremos o novo Gol GT nas ruas?

    

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Novo Chevrolet Camaro

NOVO CHEVROLET CAMARO CHEGA POR R$ 297 MIL

Sexta geração estreia no Brasil mais leve, compacta e cara do que antes, mas traz um 6.2 V8 de 461 cv e 62,9 kgfm do Corvette


Enfim, uma boa notícia aos amantes dos muscles cars. Finalmente a espera acabou. A Chevrolet apresentou dia 26de outubro a nova geração do Camaro, que chega ao país primeiro na versão comemorativa Fifty (em alusão aos cinquenta anos do cupê), por R$ 297 mil. As vendas do cinquentão já começaram e, até dia 25, 43 unidades já foram compradas. A versão cupê chega só em 2017 e os preços ainda não foram divulgados.
Os primeiros 100 carros ofertados serão da limitada edição com acabamento exclusivo. O carro tem presença garantida no Salão do Automóvel de São Paulo. Os compradores receberão uma identificação com a numeração de cada veículo. E a versão SS conversível deve chegar no fim do primeiro trimestre do ano que vem.
O esportivo chega à sexta geração todo redesenhado, mais leve, mais compacto e com um propulsor 6.2 V8 de 461 cv a 6.000 rpm e 62,9 kgfm a 4.400 rpm, com injeção direta. O oito cilindros vai acoplado ao câmbio automático de oito marchas, no lugar do antigo de seis velocidades. Mudou também a suspensão, agora com sistema Active Select que altera algumas configurações de acelerador, suspensão, direção e respostas. O que não mudou foi a tração traseira.

Chevrolet Camaro SS 2016 (Foto: General Motors)
A nova transmissão oferece aletas atrás do volante para as trocas de marchas e o ganho de potência em relação ao modelo anterior é de 55 cv e 7 kgfm. Segundo a GM, a velocidade máxima fica  próxima dos 300 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 4,2 segundos.
No interior, há acabamento em dois tons, painel customizável, função head-up display, sistema Mylink com Android Auto e Apple Car Play, alto-falantes Bose, carregador wireless para smartphone, volante com aquecimento, bancos dianteiros elétricos com ventilação, ar-condicionado duas zonas, partida remota da ignição e soleiras iluminadas. Além de contar ainda com um "intensificador de som do motor", um efeito eletrônico que torna o ronco do carro mais audível à medida em que o giro sobe.
A série Fifty vem de fábrica com seletor de modo de condução (Drive Mode Selector), sistema de vetorização do torque, freios Brembo com assistência de frenagem de urgência, alertas anti-distração, oito airbags, pneus mais largos, teto solar, faróis de xenônio e lanternas de led. Outros itens exclusivos são a pintura grafite, as fiaxas e emblemas comemorativos espalhados pelo carro e as rodas de 20 polegadas com design diferenciado.

Chevrolet Camaro 2016 (Foto: Divulgação)
Nova plataforma
O novo Camaro foi construído sob a nova plataforma Alpha da GM, a mesma que dá vida aos Cadillacs ATS e CTS. Com isso, o modelo ficou menor, mais baixo e também mais estreito. Segundo a GM, estruturalmente o carro está 28% mais rígido e 83 quilos mais leve. Isso se deve à aplicação de materiais nobres como aço de ultraaltaresistência e alumínio. Um exemplo é a suspensão, agora 12 quilos mais leve.
Na parte frontal, o destaque vai para um elemento retangular que, ao fundo, emoldura os faróis e a grade, fazendo alusão ao modelo da primeira geração. Os faróis agora são de xenônio - indisponíveis no antigo -, com luz diurna de led. As entradas de ar frontais do capô e do para-choque servem para refrigerar os freios e o motorzão V8.
Na lateral, é impossível não notar a baixa distância em relação ao solo, as saias da carroceria e os repetidores de seta, agora com superfície transparente e fixados na posição vertical. na porção traseira, as características lanternas horizontais também são de led. O para-choque redesenhado ajudou a elevar em 50% o “downforce” traseiro. A linha 2017 do Camaro estreia com cinco opções de cores: Preto Ouro Negro, Branco Summit, Amarelo Lemon Peel, Vermelho Tinto e Azul Ocean.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Volvo XC90 2017 chega com sistema semi-autônomo por R$ 346.900

Volvo XC90 T5 Inscription AWD - model year 2017
A Volvo diz que o XC90 é seu carro mais seguro de todos os tempos, mas também pode ser considerado o mais tecnológico. Na linha 2017, o SUV ganha a segunda geração do sistema Pilot Assist, o piloto automático adaptativo da marca que agora passa a atuar velocidades de até 130 km/h. A condução é auxiliada por sensores e câmeras que monitoram as faixas das vias e um sistema que comanda a aceleração, a frenagem e a movimentação do volante, fazendo dele um veículo semi-autônomo.
The new Volvo XC90
Até então, o sistema era limitado a 50 km/h, o que restringia seu uso a vias urbanas. O Pilot Assist pode ser ativado a qualquer momento pelo motorista e seu pleno funcionamento depende de faixas bem demarcadas na superfície da pista. Quando possível, o assistente de direção auxilia na correção do deslocamento do veículo, por exemplo, ao contornar curvas abertas em rodovias. Contudo, o motorista deve estar sempre no controle do automóvel, com as mãos no volante.
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O Volvo XC90 2017 é vendido nas versões Momentum e Inscription. A primeira custa R$ 346.900 e tem central multimídia de 9 polegadas sensível ao toque, que permite ao motorista e passageiro controlarem o sistema de som premium, o Sensus Navigation Pro e o ar-condicionado digital com quatro zonas individuais de refrigeração. Além disso, há bancos dianteiros elétricos, assistente de estacionamento, painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas e faróis principais e de neblina com iluminação 100% em LED.
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Já a configuração topo de linha Inscription, R$ 403.900, acrescenta bancos dianteiros com ventilação, projeção de informações no parabrisa, sistema de áudio Bowers & Wilkins de 1.400watts e 19 alto-falantes, câmeras com visão aérea de 360°, câmera dianteira com visão de 180° e suspensão pneumática.
The all-new Volvo XC90 - Park Assist Pilot
As duas versões são equipadas com o mesmo conjunto mecânico, este formado por um motor 2.0 turbo com compressor que entrega 320cv de potência e 40,8kgfm de torque, além do câmbio automático de oito velocidades. Com isso, o XC90 vai de 0 a 100km/h em 6,5 segundos, mesmo pesando mais de duas toneladas.